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Casa do futuro testada em Helsínquia

por Mäyjo, em 20.02.14

Casa do futuro testada em Helsínquia

 

Nos arredores de Helsínquia, capital da Finlândia, os moradores de um bloco de apartamentos chamado Adjutantti estão a acostumar-se a uma vida inteligente. O edifício que habitam está dotado de sistemas de automação desenvolvidos pela multinacional suíça ABB, que lhes permitem supervisionar o consumo de electricidade e saber como poupar energia e dinheiro: um interruptor que actua quando estão em casa ou quando esta está vazia; ou a garantia de que a iluminação e o aquecimento nunca estão ligados desnecessariamente.

O edifício Adjutantti está a testar a forma como serão as moradias do futuro: edifícios que permitem aos seus habitantes desfrutar de níveis de controlo, segurança e conforto como nunca tiveram.

Algumas das soluções da multinacional suíça permitem controlar todos os sistemas de acesso à habitação, iluminação, aquecimento, ventilação e ar condicionado. Há ainda a questão do entretenimento, supervisão do edifício, janelas e estores, e telefones IP.

Veja como será, provavelmente, a casa do futuro neste link.

Segundo a ABB, a tecnologia já está disponível, mas a maior dificuldade é garantir a compatibilidade dos sistemas de automação do edifício com os diferentes equipamentos, electrodomésticos e serviços que existem no mercado. Para tal, a ABB colaborou com a Bosch, Cisco e LG para desenvolver uma plataforma comum de software, que permita que os produtos de diferentes fabricantes funcionem em conjunto para proporcionar serviços de automação, segurança e entretenimento.

Na verdade, as quatro empresas acabam de assinar um protocolo de acordo para, após a aprovação das autoridades que regulam a concorrência, desenvolverem um software aberto disponível a qualquer fabricante, criador de software ou fornecedor de serviços. Este software não só coordenará diferentes serviços em áreas como a gestão de energia, a tecnologia de segurança, ou electrónica de consumo, mas também evoluirá continuamente com aplicações móveis, dando assim mais possibilidades aos consumidores para controlarem o seu espaço residencial.

Um exemplo: no futuro, qualquer pessoa que compre um frigorífico, uma máquina de lavar, um sistema de aquecimento ou qualquer outro electrodoméstico que utilize software, esperará que cada electrodoméstico interaja e seja compatível com os restantes electrodomésticos da sua casa inteligente.

 

in: Green Savers

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publicado às 16:57

"Portugal é Mar"

por Mäyjo, em 20.02.14

"Portugal é Mar", é uma carta que retrata a realidade territorial do país, nomeadamente a sua dimensão marítima e inclui a proposta de Extensão da Plataforma Continental - sublinha a dimensão da zona económica exclusiva portuguesa, que corresponde mais ou menos a 15 vezes o território do continente.

 

 

 

Portugal será um país em que "97% é mar

 

O slogan "Portugal é mar" inscrito no mapa tem como objetivo a interiorização de que, quando for aprovada a candidatura às Nações Unidas para a extensão da plataforma continental, Portugal será um país em que "97% é mar".

 

 

foto VÍTOR RIOS / GLOBAL IMAGENS

 

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publicado às 13:45

Angola em 2.º lugar na mortalidade infantil

por Mäyjo, em 20.02.14
Dados divulgados no último relatório da UNICEF, referentes a 2012, apontam Angola como o segundo país com maior taxa de mortalidade infantil. As doenças tropicais, com destaque para a malária, constituem as principais causas da morte de crianças no país.
A seguir à Serra Leoa, Angola ocupa o segundo posto na lista de países, a nível mundial, com a maior taxa de mortalidade infantil no ano de 2012. Os dados são do mais recente relatório da UNICEF, 'A Situação Mundial da Infância em Números 2014', lançado no âmbito do 25.º aniversário da adopção da Convenção sobre os Direitos da Criança.

O mesmo documento refere que em 2012 cerca de 6,6 milhões de crianças com menos de cinco anos morreram, a maior parte de causas evitáveis. As estatísticas, que apresentam os pontos críticos de menores em situação de risco no mundo, revelam que, em 2012, ao nível da região oriental e meridional do continente africano, em cada 1.000 bebés nascidos vivos, 77 morreram antes de completarem cinco anos. De acordo com o relatório, durante o período em análise, na mesma região, morreram cerca de 1.2 milhão de crianças menores de cinco anos.

Carlos Alberto Masseca, secretario de Estado da Saúde, aquando da abertura das últimas Jornadas Científicas sobre Doenças Tropicais e Grandes Endemias, referiu que as doenças tropicais constituem as principais causas de morte em Angola.

O responsável, na altura, avançou que os Estados têm encontrado dificuldades em controlar este tipo de doenças - e apontou que só combatendo o conjunto de doenças tropicais que afectam fundamentalmente crianças e mulheres, será possível reduzir a mortalidade materna e infantil no país.

 

 

Falta de cuidados básicos agrava a situação

Elizabeth Mason, directora do departamento de saúde da Organização Mundial da Saúde, em declarações à Voz da América, considerou que as altas taxas de mortalidade materno infantil podem ser reduzidas.

Para a responsável, os primeiros dias de vida da criança são os mais críticos para a sua sobrevivência, pelo que a sua saúde vai depender directamente dos cuidados que a mãe receber durante a gravidez - e, mais importante ainda, o tratamento que o bebé vai receber durante o parto e nas primeiras horas de vida.

A lista das doenças responsáveis pela elevada taxa da mortalidade infantil no mundo vai além da malária: destacam-se os partos prematuros e casos de asfixia durante o parto, diarreia e também a subnutrição, fez saber Elizabeth Mason.

A redução da mortalidade infantil afigura-se como um dos Oito Objectivos de Desenvolvimento do Milénio. Koen Varnomelingem, representante da UNICEF em Angola, em declarações ao Jornal de Angola, explicou que a sua organização tem vindo a desenvolver programas com vista a melhorar os resultados no campo da subnutrição - um mal que tem grande influência nas taxas de mortalidade infantil em Angola.

Por outro lado, para diminuir a incidência da malária, o Programa Nacional de Controle da Malária está a implementar um programa de distribuição de mosquiteiros ao nível do país.

A responsável do departamento de saúde da OMS, entretanto, considera necessários outros cuidados como a implementação de soluções que defende serem de baixo custo, como injecções aplicadas às mães antes do nascimento e os cuidados que têm que ver com a colocação dos bebés numa bolsa mas permanecendo em contacto com o peito da mãe, permitindo que a criança se mantenha aquecida e com acesso ao leite materno.

 

in:sol.sapo.pt/

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publicado às 13:41

Árvores mais velhas crescem a um ritmo maior

por Mäyjo, em 20.02.14

Árvores mais velhas crescem a um ritmo maior

 

As árvores aumentam o ritmo de crescimento à medida que vão ficando mais velhas, de acordo com um novo estudo publicado ontem no jornal Nature.

“As árvores continuam a crescer de forma intensa durante o seu ciclo de vida”, explicou Nate Stephenson, líder do estudo e ecologista florestal do US Geological Survey, em Three Rivers, Califórnia.

A pesquisa estudou 403 espécies de árvores de todo o mundo e concluiu que estas nunca sofrem de problemas de velhice. Nos animais, a mudança e envelhecimento das células acabam por determinar a sua morte. Mas as árvores não têm problemas idênticos, sendo que apenas as doenças, os insectos, o Homem, fogo ou acidentes – como relâmpagos – as podem matar.

“Elas nunca param de crescer. A cada ano que passam, pesam sempre mais que no ano anterior”, explicou Stephenson.

Até agora, acreditava-se que as árvores paravam de crescer à medida que ficavam mais velhas. Um estudo de 2010 foi o primeiro a contrariar esta teoria, quando concluiu que as gigantes árvores da Califórnia continuam a crescer para o céu a cada ano que passava – e a um ritmo sempre maior.

Foi este exemplo que levou Stephenson a tentar saber mais sobre o crescimento das árvores – e se este estava ou não ligado à sua velhice.

O estudo avaliou mais de 670 mil árvores tropicais e de climas temperados – cerca de 90% destas crescem a ritmos cada vez maiores. As árvores mais velhas podem crescer até 600 quilos por ano.

 

Foto:  tkerpe / Creative Commons

 

in: Green Savers

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publicado às 11:28


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